Sábado com Professores – Cabo Frio – Biodanza
Um sábado feliz!!!!!…Mais uma vez juntos…Que coisa mais linda é poder ver florescer mais vida em cada um de nós!…Que bom, posso dizer, sou feliz e muito orgulhosa do que faço, Biodanza! Que maravilha é levar a vida a quem está sedento de vida…
O amor é mais forte!!!!…Sempre!!!…
Começar de novo…
Iniciação ou reiniciação à Biodanza, essa é minha proposta para o primeiro semestre de 2012. Recebendo o novo, novo ou antigo novo…”tudo novo de novo”!
Se você se interessa por dançar a vida, esse ´´é um momento especial. Começar um grupo e trilhar com ele esse caminho nos fortalece enquanto seres humanos, gregários, que somos. Estar, ser, pertencer, responder, acolher e ser acolhido em sua humanidade, essa é a tônica do trabalho.
Espero por cada um de vocês de braços abertos , que venha a diversidade, nela enriquecemos e somos enriquecidos, seres de abundância que somos! O ensimesmamento só empobrece a nós e a nossa vida! Venha se relacionar, esse é o nosso maior desafio!
Dia 1 de fevereiro de 2012, às 19:00, na Tijuca, Praça Saens Peña, Rua General Roca, 778, sala 809, estaremos dando início às aulas. Aguardo o seu contato!
Jornada de Iniciação de Biodanza
Olá pessoal!
No próximo 14 de janeiro estaremos dando início aos trabalhos de Biodanza, em 2012. Nesse dia realizaremos uma jornada com o cronograma de trabalho para o ano que se inicia.
Nesse dia estaremos nos conhecendo um pouco, e nos preparando para o primeiro semestre, onde faremos um trabalho de habilitação do corpo para o sentir, através dos exercícios de integração motora(dar pautas ao corpo de organização saudável) , ideo-motora(pensar/fazer) e afetivo-motora(sentir/fazer).
Nossa primeira jornada terá como tema “A Natureza Em Nós”, processo fundamental de evolução do ser humano no ambiente vivo. Assumindo-nos como natureza, podemos dar o primeiro passo no caminho ativo e consciente para viver em plenitude!
Programa da Jornada “A Natureza Em Nós”
Data:14 de janeiro de 2012
Horário: 14:00 às 18:00
Local: Praça Mahatma Gandhi, 2 sala 402. Ed. Odeon, Cinelândia, RJ.
Traje: Adequado para o movimento livre, descalço.
Lanche coletivo: Trazer algo de comer ou beber para partilhar entre os participantes.
14:00- Acolhimento
14:15-Tecendo a Teia do encontro
14:45- Vivência
15:00- Lanche coletivo
15:30 Descanso coletivo
16:00 Apresentação do programa de 2012, com compromissos e responsabilidades do participante e do facilitador
16:20 Vivência
17:30 Feedback
18:00 Encerramento
Inscrições por mail ou por tel: 2234-6230/ 8486-4311
Investimento: R$ 75,00
Aguardo o retorno de cada um, com o sim ou o não.
Com carinho
Leila Maria Augusta de Almeida
Boas Festas…
Ou escrevemos nós a nossa história?
Responsabilidade…
Atitude…
O que a vida escreve, escreve…
Determina!
Somos sujeitos dela, agentes da passiva…
Escrevemos a partir daí…
Voz ativa e reflexiva!
Nascemos no planeta terra, somos a expressão desse planeta…
Determinismo…
O planeta terra não é a nossa casa…
Não é uma nave que embarcamos…
O planeta Terra somos nós!
A vida nos sujeitou a isso…
Ou entendemos ou nos exterminaremos…
O destino nas linhas das mãos E as mãos moldando o destino.
As minhas, as suas, as nossas…
Todas as vozes estão em nós
Sujeitos que estamos e somos…
Voz passiva, ativa e reflexiva!
Queria muito poder unir as minhas, as suas, as nossas.
Por mim, por você, por nós, pelo planeta, pela vida!
Responsabilidade, atitude, mas principalmente…
Amor!
Boas festas…Um 2012 juntos!!!!
Vamos colocar as mãos na massa?!
Leila Maria Augusta de Almeida.
MUDANÇA
Infelizmente, não conseguimos mais sentir a vida como um presente. Não conseguimos mais nos acoplar ao seu movimento, por isso o stress, uma síndrome de adaptação, nos acomete em sua expressão negativa. A vida vai para um lado e escolhemos ir para outro, e assim não há encontro possível. Não ressoamos. Queremos dominar a vida, o que é uma missão impossível. Não somos onipotentes, sendo esse estado de onipotência difícil de carregar. Somos células de um organismo maior, a espécie humana. Somos um universo em relação com outros universos, cuja natureza mínima é una.
Somos holográficos e habitamos um imenso holograma vivo, tudo que vive se relaciona, interfere e é interferido. Esse fato se dá em todos os âmbitos de nossa vida, porém o espaço onde mais sofremos stress é em nosso campo de trabalho, e aquele que deveria ser a expressão de nosso mais formoso potencial, pode se tornar um fardo. O stress poderia ser um aliado, mas se torna um vilão porque não aceitamos a natureza da vida, não nos preparamos e não nos colocamos disponíveis para a relação com a natureza da vida: a impermanência.
A todo momento, dentro do ouvido, nosso labirinto nos conecta com o ambiente e recoloca-nos em uma posição de harmonia. Assim deveríamos nos relacionar com a realidade: nos colocando e recolocando no ambiente em ressonância com a música que a vida oferece e dançando em conexão profunda com ela e com quem, ou o quê, se apresentasse para a dança. A dança se dá num absoluto aqui e agora! Isso não quer dizer que não devo me preparar para a vida. Porém, me preparar para a vida não deveria ser estudar até os dezoito anos um conteúdo para aplicar numa única prova, a qual me daria o direito de ser alguém. Me preparar para a vida deveria me fortalecer enquanto ser humano.
É urgente inserir vida nas escolas, numa educação pautada na vida, que nos conecte com a grandeza de ser humano e com a capacidade de dar conta do aqui e do agora. Não para continuar tentando dominar a vida, dominar o outro, dominar o mercado, mas para nos inserirmos dentro desse contexto vivo como natureza que somos e buscarmos uma existência saudável, consciente e presente! Viva a Educação Biocêntrica!
Mãe Natureza
Sou muito grata à praia do Forte de Cabo Frio, um verdadeiro presente em minha vida. Lá vivi coisas incríveis. Experiências que se encontram tatuadas por todo meu corpo e em todos os meus sentidos. Mas essa já é uma outra história…
No tempo que vivi esse contato com a natureza de Cabo Frio diariamente, minha energia era diferente, fui confundida várias vezes na praia com mães. Muitas crianças me buscavam e apenas quando olhavam para o meu rosto percebiam que eu não era quem elas esperavam que fosse. Energia da mãe que saía pelos meus poros!
Natureza
A natureza é abundante, sábia, maravilhosa e levou bilhões de anos para chegar nesse ser impressionante que é o ser humano. Mas, para ser humano não basta apenas nascer humano, é preciso conviver com humanos. Se essa convivência não se dá, podemos nos transformar em qualquer coisa. Mas se tem uma coisa que eu me recuso é ser “qualquer coisa”! Portanto, para entrar em contato com minha humanidade preciso me relacionar com outros seres humanos. É uma conta simples como qualquer outra de adição e subtração: quanto mais me relaciono mais enriqueço minha humanidade e minha vida. Porém, se me relaciono pouco, me torno ensimesmado e vou empobrecendo, secando e ressecando tudo em mim e à minha volta. Relacionar-se é o maior desafio e a maior riqueza do homem, nosso maior presente.
Certidões
Apesar de possuírmos a mesma natureza dos animais, podemos, diferente deles, escolher ser ou lançar para a vida as nossas sementes e sentir prazer ou dor ao vê-las nascer ou morrer. Sentimos coisas. A diferença entre cada um de nós e qualquer outro animal é a consciência que nos vai sendo desperta durante toda vida, através das nossas vivências.
A consciência de que estamos vivos e de que um dia vamos morrer é fator preponderante. Quando nascemos recebemos aquela certidão que nos qualifica à vida e à morte. Vivemos essa vida, literalmente, entre duas certidões: a de nascimento e a de óbito. Isso se dá no período curtíssimo de cem anos, o que é muito pouco.
E mesmo assim, ainda hoje, não nos damos conta do milagre e do presente que é existir!
Leila Maria Augusta de Almeida.

