Transtase

Transtase
       Na minha cabeça a percepção de que não somos apenas os filhos da vida, mas sim a sua própria expressão,  foi revolucionária.
       Meu querido pai, se chamou Luiz de Almeida, e era um homem que eu admirava muito. Um homem de muito bom humor e de um mau humor super engraçado. Um cara que me ensinou a não discriminar nenhuma pessoa, o cara que primeiro me mostrou que a vida era para ser celebrada e partilhada com alegria.
     Nós somos o planeta terra. Tudo que aqui nasce, aqui morre para o bem da vida. Se somos expressão de um planeta, se somos todos um, com qualquer pessoa que eu esteja, significa que estou comigo. Se me defendo do outro, estou me defendendo de mim. Se me entrego para o outro, estou me entregando à mim. Se cuido do outro, estou cuidando de mim. Se faço sexo, amor, o bem ou mal, estou fazendo a mim mesmo. Vocês entendem o nível de responsabilidade de cada um diante desse fato? A supressão do outro como algo estranho, algo que não me pertence, algo fora de mim, obrigaria o ser humano a se comprometer com sua própria espécie, com sua própria casa, com seu próprio organismo, o planeta Terra. Que por sua vez pertence a um sistema, que pertence a um…, que pertence,…que pertence, uma verdadeira boneca russa viva, embrulhada para presente!
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1 Comentário»

  Claudia Sales wrote @

Estar presente em nossas vidas plenamente… percebendo, cultivando o Amor, Respeito e a Importância do “outro” em nós…
Lindo querida!!!Como sempre…
Bjus e obrigada por compartilhar seus sentimentos…


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