Fragilidades

Ao nos apartarmos de nossa natureza grandiosa, nos fragilizamos. Esse processo está sendo responsável pelo enfraquecimento da espécie humana. Criamos aditos sem os quais não conseguimos mais viver. E sabem por que os criamos? Para tapar um buraco afetivo enorme. O fato de não saciarmos nossas fomes básicas de amor, afeto e contato, nos empurra para esse abismo. Essa fragilidade diante da natureza da vida, nos faz buscar o controle de algo que nunca teremos e acaba nos fazendo reféns de remédios, pílulas da felicidade, pílulas para a potência, para dormir, sprays para respirar e toda a sorte de aditos para ajudár-nos a fazer nossas necessidades fisiológicas: todas capacidades inatas do ser humano!
Por que insistimos em nos tornar dependentes de algo que podemos fazer sozinhos e que é de nossa própria natureza?
A natureza da vida é a abundância, e é só confiar que ela nos bate à porta. Somos dotados de um organismo capaz, maravilhoso, mas vivemos fabricando nossa própria fragilidade, assinando diariamente um atestado de incompetência existencial.

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