Frankenstein…

Meu poema fragmentado…
de tantos seres amputado….
de tantas partes remendadas…
de um todo que não fazia parte…
de uma parte…
de um todo …
esquizofrenizado…
Tu és minha grande lição…
Meu grande amor.
Me compadeço de ti…
É a partir de tua identidade que construo a minha…
Te sentias devedor..por ter tido um criador…
Permitiste com isso, meu grande amor…
Que outros te identificassem…
Te julgassem…
Te impusessem partes…conceitos…
Eras muito mais forte que eles…mas não percebias…
No teu valor, assumo meu valor…
No teu desleixo contigo, assumo meu compromisso comigo…
Me assumo inteira…
Responsavelmente minha…
Amorosamente tua…
Ao te sentir eternamente meu…
Me sinto eternamente tua…

Leila Maria Augusta de Almeida.

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