“Ah…eu quero quero tanto, que você me aceite do jeito que eu sou”…

Estar, integrar, pertencer a um grupo de Biodanza. Entrar em contato com tudo que foi ou é referência de você. Caminhar a partir de suas próprias referências, para poder transcender, trocar afeto, trocar referências. Dançar essas trocas e essas novas referências.

Refletir. Despertar e ser despertado pela alegria do encontro. Relacionar nossas referências através de nosso tônus.

Nos unirmos num embalo que acolhe e permite que possamos cantar nosso próprio nome e o nome dos companheiros; a referência que nos acompanha toda a vida….Doce canção,essa!

Então, aos poucos, revelamos uns aos outros nossos ocultismos…aquilo que não nos é permitido enxergar sózinho. Sombras, pontos negros inacessíveis…invisíveis…e nós espelhos uns dos outros para ver o invisível, sentir e refletir consciência.

Aceitando-nos e enternecendo-nos de nós mesmos. Guardando nos olhos cada momento,cada presença.

“Ah…eu quero quero tanto, que você me aceite do jeito que eu sou”…

Leila Maria Augusta de Almeida.

 

http://http://youtu.be/-uUthIi0mTY

 

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