Biodanza é processo!

 

 

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Evento Imperdível no dia 7 de novembro!!!!

Nirvana

Leilalquimia

 

Meu trabalho hoje é jardinagem: receber as potenciais sementes humanas, preparar uma terra fértil para elas , limpar as impurezas, rega-las e me emocionar ao vê-las florescer!

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Vida, gente, natureza, alquimia e movimento! Desde 2000 envolta com as vicissitudes da vida e seus caminhos de cura. A partir de um período de perdas graves, me reconectei com o curador em mim. Com isso ferramentas maravilhosas foram se acercando e me auxiliando a curar-me curando: Biodanza, Terapia Alquímica e Tarot Alquímico!

 

Se você deseja se reconectar com a natureza da vida em você, entre em contato!

Marque uma consulta alquímica e escolha os seus caminhos de cura…Te espero com alegria!

Cada um que chega na minha vida é uma riqueza!!!

Minha aluna linda, Gisele Mello!

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Sobre a importância de continuar a dançar em momentos difíceis…

Em diversos momentos da vida passamos por dificuldades. Diversas são as razões que fazem as pessoas reclamarem tantos dos desafios. A primeira, talvez, seja a imprevisibilidade. Na ilusão de que tudo podemos controlar nos descontrolamos quando algo inesperado surge. Se vier acompanhado com um teor de algo classificado como “negativo”, mais intenso o sofrimento.

Quando a reação de medo decorrente do inesperado é muito grande, paralisamos. Ficar quietinho, de preferência cavar um buraco no chão, parece a saída mais certa. ‘Quem sabe não posso esperar essa situação toda passar?’ Muitos de nós, inclusive eu, escolhem se recolher numa tentativa vã de fazer a vida parar.

Mas a vida não para. E estacionar nesse momento, ao contrário do que parece, é a pior decisão a ser feita. Em minhas aulas de Biodanza ouvi minha didata diversas vezes dizer que Rolando Toro sugeria continuar dançando mesmo em meio ao caos. Dançar por cima dos escombros daquilo que foi destruído. Fazer o possível com aquilo que está sendo ofertado.

Eu não entendi o que isso significava até pouco tempo atrás. Diversas vezes, quando a vida ficava muito difícil, a primeira coisa que fazia era deixar de ir as aulas, francamente prazerosas para mim, como se concentrar no problema ou na minha dor trouxesse uma solução mais rápida.

Tomar a decisão de continuar celebrando a vida mesmo quando a vida em si parecia um caos foi uma decisão difícil, mas certamente a melhor que fiz nos últimos meses. A primeira coisa que você aprende é que tudo é uma fase. Sei que ouvimos isso diversas vezes ao longo da vida, e parece clichê, mas em determinado momento é realmente necessário ponderar que momentos ruins não são eternos e que, se forçar a memória, é provável que consiga lembrar de ciclos recentes que foram prazerosos e com desafios menos intensos (isso é, se sua vida não anda um caos completo. Porque se andar precisaremos reavaliar algumas coisas).

O segundo aprendizado é que se você continua em movimento, a vida continua a se movimentar e há chances maiores de as soluções aparecerem com mais rapidez. E que haja lucidez suficiente dentro do seu ser para enxergar quando elas aparecerem. Depois que a fase mais tensa tiver amenizado, você perceberá que saiu da situação mais sábio e satisfeito do que entrou.

A vida é dinâmica. Dizem que precisamos ter jogo de cintura para nos sairmos bem. É verdade. Minha cintura se mexe de todas as maneiras possíveis toda quarta-feira à noite. Mas não se enganem. Continuar dançando não precisa significar necessariamente fazê-lo dentro de uma aula de Biodanza, por mais apaixonada que eu seja pela prática. Pode significar continuar dançando, cantando, pintando, rindo, encontrando pessoas ou fazendo qualquer coisa que te traga de volta à vida.

Eu danço a vida porque amo dançar e porque amo a vida. E se você sente que tudo anda difícil demais… experimente dançar com prazer. As soluções podem chegar com uma suavidade maior do que você jamais experimentou. 🙂 😉

Gisele Mello.

Minotauro 2015

Minotauro 2015.
Fronteira do Medo da Expressão.
“A obra de criação é sempre o expressivo resultado do ato de viver” R.T.
De 29 a 31 de maio.
Investimento: R$600,00.
Podendo ser parcelados. Entre em contato!Medusa15

“Alguns poetas vivem a poesia como uma missão. Não é o meu caso. Vivo a poesia como um diálogo natural com o mundo…. Os poetas são os médiuns das forças que geram vida!” R.T.

A Delícia de Ser Carioca…

O Rio de Janeiro continua lindo e de braços abertos para a vida: “Isso aqui é um pouquinho do Brasil”.

O Carioca celebra, aceita e acolhe a diversidade.

Leila-e-FlaviaPara se tornar um Carioca basta apenas um requisito: estar aqui e agora e se conectar com a alegria deste lugar, que balança e treme por entre suas diversidades, convergências e divergências. “Rio 40 graus,cidade maravilha purgatório da beleza e do caos” Por isso não esqueça seus instintos em casa. O lugar pede uma convivência a partir dos instintos…  A vida não é boazinha e nem má ela apenas se expressa, ela é!.. Por isso o indivíduo que não está adaptado está desconectado e portanto em risco. A vida é a canção!… Sempre nos convidando a um movimento. É preciso estar imerso para agir assertivamente. Estar no Rio desconectado de seus instintos é estar em risco.  Aqui se vive a flor da pele: somos bombardeados com as belezas mais belas e com as feiuras mais feias…ali, lado a lado!!! E, com tudo isso, acabamos tendo os nossos sentidos aguçados, nosso corpo malemolente! Tudo pode se tornar mais saboroso, ou mais intragável. Cheiros, suores, paladares, odores, visões torturantes e deliciantes reunidos, numa festa, onde cada qual precisa dar conta da vida que pulsa em abundância por toda a sua volta para vivenciar a possibilidade de encontrar e relacionar ritmos, melodias e harmonias, enriquecimento!…E assim, vamos acolhendo todos que chegam na cidade e desejam viver e ser essa abundância. Nós, cariocas, nem somos apegados à nossa carioquice, tanto que a dividimos com o mundo inteiro!…

Biodanza na veia…

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